Uma equipa de cientistas russos encontrou sangue
na carcaça congelada de um mamute recuperado numa ilha do Ártico. Esta
descoberta aumenta significativamente as possibilidades de clonar este animal
pré-histórico.
Numa expedição realizada no princípio deste mês
pela Sociedade Geográfica Russa e especialistas da Universidade Federal do
Nordeste (Sibéria Oriental) foi possível examinar os restos bem conservados
desta fêmea de mamute-lanoso (Mammuthus primigenius), que tinha sido localizada
em Agosto passado em Maly Liajovski, Oceano Ártico russo.
A Universidade de Lakutsk assinou um contrato o
ano passado com o sul-coreano Hwang Woo-suk, um polémico especialista em
clonagem e pai do primeiro cão clonado, para a realização deste projeto. No
caso de conseguirem o material, o núcleo das células do mamute-lanoso será
transferido para óvulos de elefante com o objetivo de se produzirem embriões
com o DNA daquele animal, que seriam colocados no útero de um elefante
asiático.

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