Vivemos hoje em um mundo com grande
avanço científico e tecnológico, onde fantásticas modificações ocorrem a todo o
momento e grandes quantidades de informações são despejadas em nosso meio
através de jornais, revistas, televisão, internet, rádio etc.
Não podemos negar que, para
compreendermos esse mundo de informações, conceitos, fatos e tecnologias que se
forma a nossa volta, e muda a todo o momento e principalmente, entender como
isso interfere ou não, em nossa vida, é necessário que tenhamos uma base de
conhecimento sobre ciência e tecnologia, ou seja, é necessário que sejamos
Alfabetizados em Ciências.
A alfabetização, em especial a
científica, é marcada nos últimos anos pela autonomia discutida como uma
possibilidade para a inclusão social. Grandes teóricos tiveram uma forte
influência desta ideia com o objetivo de contribuir e promover reflexões que
envolvem os saberes científicos. Esta alfabetização pode se apresentar no
cenário escolar, com o objetivo de contribuir para a compreensão de
conhecimentos, procedimentos e valores que permitam aos estudantes tomar
decisões e perceber tanto as muitas utilidades da ciência e suas aplicações na
melhoria da qualidade de vida, quanto às limitações e consequências negativas
de seu desenvolvimento. A alfabetização científica pode e deve ser compreendida
ainda como atitudes educativas, a partir da formação do indivíduo e da cultura
cidadã das coletividades, valorizando a cultura de grupo.
Nesse aspecto a escola deve procurar
não ser vista pela sociedade, como um local onde os conhecimentos acumulados
são repassados de forma massiva, mas sim, um local onde o aluno encontre
profissionais, que o ajude a transformar as informações recebidas em
conhecimento práticos, capazes de colaborar na sua formação e transformação,
para melhor, do ambiente onde ele está inserido.

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