Inflação, juros altos, impostos subindo,
perspectiva de baixo crescimento econômico do país e o dinheiro muito mais ralo
no bolso. Esta será a realidade em 2015, um ano em que evitar dividas, poupar e
planilhar custos precisará tornar-se um exercício permanente para quem deseja
saúde financeira e noites sem insônia.
Fazer um investimento pode ser tão arriscado
como jogar na loteria. Os riscos do retorno não ser como o planejado, são tão
verdadeiras quanto a possibilidade de acertar em cheio. Mas como podemos saber
qual o melhor caminho para diminuir os riscos? De acordo com especialista, a
chave está no planejamento de sua vida financeira. Ou seja, o investimento será
compatível com sua realidade econômica e necessidades.
Porém, mesmo sendo conveniente fazer um
investimento personalizado, existem alguns setores que prometem serem melhores
negócios que outros. A alta dos juros, faz com que as aplicações feitas em
fundos com juros pós-fixados é um bom caminho. Como muitos sabem o
governo só tem como instrumento de curto prazo para conter a inflação subir os
juros e é por isso que os investimentos de Renda Fixa (CDB, LCI, LCA, LC e
etc.) do tipo pós-fixado, ou seja, atrelados ao CDI (que sobem e descem junto
com ele) são os mais indicados.
A verdade é que
provavelmente no prazo médio de 18 meses, o governo não deve baixar as taxas de
juros e por isso os investimentos para esse prazo pode maximizar lucro.
Quando os juros estabilizarem, trocar os investimentos para ativos Pré-Fixados,
no Tesouro ou na Renda Fixa.

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