O sonho de se submeter a uma plástica pode se
transformar num pesadelo, quando a cicatrização não ocorre da forma esperada e
no local da incisão surge uma cicatriz alta e endurecida, denominada queloide.
Para evitar surpresas desagradáveis, é possível realizar um teste genético
capaz de apontar as probabilidades do desenvolvimento dessas marcas
antiestéticas.
Ao agendar a tão planejada cirurgia, muitas são as preocupações que tomam conta da mente. Será que o resultado ficará de acordo com o esperado? Quais os riscos da anestesia? O pós-operatório é dolorido? As questões são infinitas, mas nem sempre englobam uma consequência que todo processo cirúrgico envolve – a cicatrização.
Ao agendar a tão planejada cirurgia, muitas são as preocupações que tomam conta da mente. Será que o resultado ficará de acordo com o esperado? Quais os riscos da anestesia? O pós-operatório é dolorido? As questões são infinitas, mas nem sempre englobam uma consequência que todo processo cirúrgico envolve – a cicatrização.
O queloide se apresenta como uma cicatriz
endurecida, de tonalidade rosada e pode ocasionar dor e coceira. É uma resposta
cicatricial intensa do organismo, que surge em decorrência de alguns processos
como corte profundo, queimadura, incisão cirúrgica e até acne. Como qualquer cicatriz pode virar um
transtorno, o teste é indicado em qualquer momento da vida, e não somente antes
de uma cirurgia.
De posse de um resultado positivo, infelizmente,
não é possível modificar a predisposição genética, mas alguns cuidados podem
ser tomados para evitar o problema. A genética não é destino. O surgimento do
queloide implica em uma combinação do background genético com o ambiente.
Assim, de posse de dados de predisposição, é possível adotar certos cuidados
para prevenir o problema, fazendo com que o organismo reaja de forma
satisfatória durante o processo de cicatrização ou que o médico busque a melhor
técnica cirúrgica para cada caso.

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